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PUBLICAÇÕES__________
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LIVROS
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adquirir qualquer uma de nossas publicações, envie mensagem
para Cristina Braga através do endereço npiratininga@uol.com.br
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Agenda 2008 do NPC
Já está à venda, em nossa sede, a Agenda-2008, A Comunicação dia-a-dia, do Núcleo Piratininga de Comunicação. O custo unitário é de R$ 15,00 mais despesas de Correios. Para quantidades maiores, os interessados devem entrar em contato com o NPC, através do telefone: (21) 2220-5618 e conversar diretamente com Vito.
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História das Lutas dos Trabalhadores do Brasil
Por Vito Giannotti. Editora MAUAD - 2007

“Falar do livro é falar do Vito. É um trabalho excepcional, em que ele atua fundamentalmente junto à classe trabalhadora no sentido de reforçar ou de criar a consciência revolucionária do trabalhador, chamando a atenção para a sua história, a sua luta, que nada têm a ver com a história oficial. O livro desmistifica a idéia de que a sociedade brasileira é pacífica, não reage. Muito ao contrário, mostra que ela luta sempre. É importante, também, porque, reforçando a luta do trabalhador, ele está reforçando a idéia do velho Marx de que a luta de classes continua.” – Professor Rubem Aquino, historiador, assina a apresentação do livro.
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O Novo Sindicalismo, a Estrutura Sindical e a Voz dos Trabalhadores
Por Guilherme Marques Soninho. Editora ADIA - 2004 (R$ 25,00)

Sinopse: “Analisar o novo sindicalismo pelo seu ponto de chegada, hoje, é um equívoco. Tanto quanto julgar os “Dez dias que abalaram o mundo” do começo da fantástica Revolução Russa, pelas cenas macabras da queda do Muro de Berlim. O mérito do Guilherme, neste texto, é mostrar que houve o novo, sim, mas que dentro dele havia, desde antes da CUT nascer, duas visões. Havia duas vertentes. Uma que ele localiza no que será a visão vitoriosa e majoritária, na CUT. Outra, a visão derrotada. A visão das oposições sindicais, da minoria dos sindicatos e de movimentos sociais, que inicialmente marchavam junto com o novo sindicalismo. Mas, na visão do texto, o resultado final, não pode negar toda a novidade trazida no processo de construção. [...] o texto é mais do que uma análise pontual do novo sindicalismo e sua relação com a velha estrutura sindical. É uma análise do sindicalismo da CUT no seu nascimento, no seu auge e na fase de integração ao sistema.” Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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Manual de Linguagem Sindical
Por Claudia Santiago, Sergio Domingues, Vito Giannotti. Ed. NPC - 1999 (R$ 20,00)
Sinopse: Junte o economês, informatiquês, intelectualês, juridiquês, psicologuês e politiquês. Você terá o sindicalês. Uma linguagem utilizada pelos ativistas, diretores e profissionais sindicais. Uma linguagem perfeitamente entendida por eles, mas não pelo público dos sindicatos. Um público muito especial: milhões de trabalhadores e trabalhadoras. É por estas razões que o sindicalês é uma linguagem proibida. Proibida porque não é entendida, compreendida, assimilada por aqueles que procura atingir. Porque não leva os trabalhadores a lutar e se mobilizar por seus direitos. Este manual pretende ajudar os comunicadores sindicais a se livrar do sindicalês. Leia alguns verbetes do Manual de Linguagem Sindical clicando aqui. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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O que é Jornalismo Sindical
Por Vito Giannotti. Ed Brasiliense - 2000 (R$ 15,00)
Sinopse: Jornais, boletins e cartilhas sindicais têm suas especificidades. Os destinatários desta comunicação têm interesses específicos e, sobretudo, na sua maioria, não têm hábito de ler jornal. Por isso, o jornalismo sindical exige uma linguagem específica e uma apresentação muito atrativa. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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Comunicação Sindical — Falando para milhões
Por Claudia Santiago e Vito Giannotti. Ed. Vozes - 1996 (R$ 21,00)

Sinopse: A comunicação de um sindicato com os trabalhadores de sua base pode ser comparada a um mosaico composto de milhares de pedrinhas. Nenhuma dessas pedras é o mosaico, mas o conjunto delas, colocadas seguindo uma determinada forma, pode dar um belíssimo resultado final. Cada pedra desse mosaico é um instrumento. É preciso saber usá-lo, de forma certa e na hora certa. Se isso acontecer temos na mão um poderoso instrumento de luta contra a hegemonia dos Meios de Comunicação da Burguesia. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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Neoliberalismo: de onde vem e para onde vai
Por Reginaldo Moraes. Ed. Senac - 2002 (R$ 20,00)

Sinopse: Neoliberalismo — corrente de pensamento + movimento intelectual organizado + conjunto de políticas adotadas pelos governos neoconservadores e propagadas a partir de organizações multilaterais (Banco Mundial e FMI). O livro traça um didático roteiro para compreendê-lo: I. O liberalismo clássico; II. E o Neoliberalismo - o que é e de onde vem?; III. orientações políticas do neoliberalismo; IV. Efeitos da intervenção estatal - segundo os liberais; V. Impactos do neoliberalismo no mundo do trabalho; VI. Os bens públicos e as políticas sociais; VII. Diagnóstico, prognóstico, terapêutica - as receitas neoliberais. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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História do Brasil Recente-1964-1992
Por Sonia Mendonça e Virgínia Fontes. 3ª edição revista e atualizada. Ed. Ática -1994
Sinopse: O livro — de caráter didático — faz um quadro econômico, social e político da história do Brasil atual. Apresenta os antecedentes do golpe de 1964, procurando incorporar as diversas dimensões da crise então em curso e enfatizando o fato de que, do ponto de vista estritamente econômico, o golpe foi responsável pelo aprimoramento e consolidação do modelo consorciado entre o Estado, grandes empresas nacionais e empresas multinacionais (estas últimas constituindo o pólo dinâmico do tripé), modelo que havia sido implantado a partir de 1955. Apresenta as bases do "milagre" brasileiro e a poderosa concentração de capitais e de renda que propiciou, assim como as crescentes crises de legitimidade que a ditadura experimentou. O processo de abertura é trabalhado tanto em seu viés econômico, com as crises internacionais dos anos 70 e as fissuras internas entre os setores dominantes, quanto na exaustão das classes trabalhadores e seu impulso organizativo e revindicativo, retomado também nos anos 70. No período da chamada Nova República aprofunda-se a crise econômica e acirram-se os conflitos sociais, com a manutenção das organizações populares e com barreiras opostas pelos setores conservadores (Centrão, UDR e, finalmente, o período Collor) a uma plena democratização. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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Força Sindical — A Central Neoliberal
Por Vito Giannotti. Ed. Mauad - 2002 (R$ 25,00)
 Sinopse: Nas palavras de Ricardo Antunes, professor de sociologia da Unicamp, neste livro, Vito Giannotti mostra o resultado de uma simbiose entre o ideário neoliberal das eras Collor e FHC e o velho peleguismo herdeiro da estrutura sindical getulista: a Força Sindical e seu sindicalismo de negócios. “É um trabalho limpo, como o texto que devoramos rapidamente. (...) Limpo, ao aceitar o desafio que é de muitos, e de pôr o dedo na ferida, dando nomes aos bois”, diz Virgínia Fontes, professora de História da Universidade Federal Fluminense (UFF/RJ). Giannotti conta a história desde as raízes históricas desta Central, que ele define como completamente patronal, até a seqüência de traições aos interesses imediatos e históricos dos trabalhadores. O final é a farsa das festas-bingo dos Primeiros de Maio financiados pelos empresários. Para comprar envie mensagem para npiratininga@uol.com.br
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REPÓRTER
DA TERRA
Jornal REPÓRTER DA TERRA
Números 1 e 2, de janeiro e março de 2005
..Primeira edição... O Núcleo Piratininga de Comunicação lançou em janeiro de 2005 o jornal REPÓRTER DA TERRA, que ocupará o espaço vazio da falta de informações sobre o resultados concretos das transformações sociais no Brasil. Seus primeiros números serão dedicados à Reforma Agrária. Em parceria com o CERIS, MST e INCRA, o NPC estabeleceu uma rede de 40 repórteres em 23 estados brasileiros. Esses repórteres estão visitando acampamentos e assentamentos, registrando os fatos marcantes da vida dos trabalhadores rurais que estão participando de cursos, seminários e das mais diversas atividades de formação. Organizados, lutam por dignidade, assistência técnica e por um pedaço de terra para nela viver e produzir.
As reportagens vão revelando o lado humano e belo da vida desses trabalhadores rurais. São Marias, Josés, Severinas, Chicos, Anas, Kellis, Mários e tantos outros que saem da invisibilidade e nos mostram como é viver nos assentamentos de Reforma Agrária. O estilo do Jornal põe os fatos e a vida em primeiro plano e inaugura uma nova linha editorial para os jornais de esquerda no Brasil. Para o REPÓRTER DA TERRA as transformações sociais já estão acontecendo. É uma revolução silenciosa e definitiva. O desafio é apresentar à sociedade os seus resultados e sua concretude e, ainda, mostrar a importância de cuidar desses filhos e filhas que são ameaçados pelos atuais faraós e herodes. Edição No dois... Não se trata de fugir nem tão pouco se esconder. Para o REPÓRTER DA TERRA é hora de visibilizar a vida, alimentar a esperança, indicar caminhos e fazer reverter projetos jornalísticos que desvirtuam a notícia, como se o povo só gostasse de ver sangue, miséria e corrupção. A estética, o bom gosto e a alegria de viver do povo brasileiro são presenteados com um Jornal à sua imagem e semelhança. A edição do REPÓRTER DA TERRA será mensal com uma tiragem de 10.000 exemplares. Conheça-o e forme sua própria opinião. Ele está disponível em formato PDF. (Texto de Isaias Bezerra de Araújo, Coord. Técnico do CERIS e Co-editor do REPÓRTER DA TERRA). Para visualizar o Jornal REPÓRTER DA TERRA, clique aqui abaixo:
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APOSTILAS
DOS CURSOS
Circula pela Internet informações de que A Favorita, principal novela da Rede Globo teria patrocínio da Aracruz Celulose, empresa conhecida por atuação violenta contra comunidades quilombolas e indígenas por disputa de terras.
O que se pode afirmar com certeza é que a trama se desenvolve em torno de um patrimônio familiar que é uma fábrica de papel. “As casas são feitas de madeira, seguindo a filosofia da indústria de papel e celulose, que possui uma reserva florestal com árvores de reflorestamento. Para dar vida à reserva, Mario Monteiro [autor da novela] e equipe ainda trouxeram 60 pinheiros de oito metros do Paraná”, diz informações oficiais da Rede Globo sobre o cenário da novela.
Mesmo sem o patrocínio da Aracruz, a novela pode ser um apoio explícito ou implícito ao plantio de eucaliptos (matéria-prima para a celulose) e proliferação desse tipo de indústrias no Brasil, consideradas altamente poluentes. A Rede Alerta contra o Deserto Verde, que agrega mais de 100 movimentos sociais, organiza há mais de cinco anos uma campanha contra os plantios de eucalipto, que, segundo afirma o movimento, empobrece a diversidade biológica e cultural, causa desemprego e êxodo de populações tradicionais
A Aracruz foi a julgamento no Tribunal Permanente dos Povos em 2007, entre as acusações estavam a ocupação indevida de terras e as ações violentas (despejos e deslocamentos forçados) comandadas pela empresa contra populações tradicionais. .Comunicação Sindical — Módulo I
.Comunicação Sindical — Módulo II
.História das Lutas dos Trabalhadores
.Redação Sindical e Comunitária
.Oratória Sindical e Comunitária
.Oratória para Administrações Participativas
.Neoliberalismo— O que é e para onde vai
.Títulos, não mate a manchete
............CARTILHAS
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Sindicalize-se e eleja o Representante da sua Escola!
O Representante de Escola fortalece a Luta de Todos. Sindicalize-se e eleja o Representante da sua Escola! Contando um pouco da história dos sindicatos e Sepe, em especial, o NPC elaborou juntamente com professores deste sindicato uma cartilha para a Campanha para eleição dos representantes de cada escola.
Nosso objetivo é mostrar como, historicamente, o trabalhador unido é mais forte. E como a presença de um representante do sindicato em cada escola é favorável a todos. Eleja seu representante!
Assédio Moral: exploração e opressão em dose dupla
O Núcleo Piratininga de Comunicação se enpenhou na luta contra os maltratos sofridos pelo trabalhador. Quanto mais dispuser de informação, mais o trabalhador terá capacidade de perceber quando o limite entre o cumprimento das suas obrigações profissionais e o estorvo de viver sob perseguição foi ultrapassado. São inúmeras as formas de assédio moral. Subnotificar acidentes, pressionar técnicos de segurança para que registrem de modo brando ocorrências graves, assediar sexualmente, utilizar-se de instrumentos de punição de modo injusto, distribuir níveis sem critérios claros, GDP, desrespeitar direitos, estão entre as muitas possibilidades.
Como mais um instrumento de luta na prevenção e no diagnóstico dos casos de assédio moral, elaboramos essa Cartilha em parceria com outros sindicatos Que este trabalho contribua neste esforço.
Caderno resgata História do 8 de março
O Núcleo Piratininga de Comunicação fez nova edição do Caderno O Dia da Mulher nasceu das Mulheres Socialistas, lançado, em primeira edição, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, em 2004. Com texto de Vito Giannotti e ilustrações de Latuff, esta cartilha conta a origem deste dia. Quais os acontecimentos que levaram a marcar o 8 de março como dia de luta mundial das mulheres? Como surgiu a história das 129 mulheres queimadas vivas, em Nova Iorque, no ano de 1857, numa fábrica que nunca existiu, numa data inventada? E quais os interesses de se criar este mito? O caderno, atualizado e revisto, mostra a origem histórica deste dia, no começo do século XX: a luta de milhões de mulheres socialistas com a contribuição de outras mulheres que limitavam suas lutas à conquista do direito de voto. O dia 8 de Março foi consagrado por uma greve de operárias russas em 1917 que, sem querer, foi o estopim da grande Revolução Russa. Logo em seguida, em 1919, a 3ª Internacional declarou este dia como o dia mundial da luta das mulheres.
Esta origem do dia não agradava a muitos... social-democratas, burgueses e anticomunistas em geral. Precisava criar outra história. E foi criada. O texto, se apoiando em muitas fontes bibliográficas, desmistifica a história que todos nós já ouvimos, ou até escrevemos. O caderno gera debates e é útil para fazer avançar a consciência e a luta de mulheres e homens contra a exploração da mulher. Os interessados em adquirir esta publicação devem entrar em contato com o NPC, pelo tel. (21) 2220-5618 ou npiratininga@uol.com.br ; Palestras devem ser agendadas com bastante antecedência. Clique na imagem para acessar a cartilha, aqui para acessar a capa e aqui para acessar o expediente. © Direitos desta edição reservados ao NPC.
Caderno com História do 1º de Maio
O Núcleo Piratininga de Comunicação elaborou o Caderno “1º de Maio: dois séculos de lutas operárias”. Vito Giannotti, coordenador do NPC, afirma: “Inútil falar da sua utilidade e quase necessidade, no momento político atual, quando a militância carece mais do que nunca de bases históricas e ideológicas para responder aos desafios do momento”. Foi por isso que, respondendo à solicitação de vários sindicatos, o NPC reeditou o Caderno do 1º de Maio. “Acreditamos que com este trabalho estamos contribuindo para a preservação da memória e continuação da luta mundial dos trabalhadores”, conclui Giannotti, autor de obras importantes que ajudam trabalhadores a disputar a hegemonia no campo da comunicação. Informações sobre como adquirir a publicação nos telefones (21) 2220-5618, 99033276 ou no email npiratininga@uol.com.br. Clique na imagem para acessar a cartilha, aqui para acessar a capa e aqui para acessar o expediente.
© Direitos desta edição reservados ao NPC.
Cartilha sobre o Trabalho Escravo no Maranhão foi lançada em março
Foi lançada no municipio de Imperatriz, no início do mês de março, a cartilha “Combate ao Trabalho Escravo no Maranhão”, produzida pelo NPC, a pedido da Delegacia Regional do Trabalho do Maranhão e do Fórum Estadual pela Erradicação do Trabalho Escravo. Para obter exemplares dessa cartilha, dirigir-se a drtma@mte.gov.br
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